sexta-feira, 9 de novembro de 2007

O início - Meu nascimento!!!

Vim ao mundo no dia 21 de Abril de 2005, no Hospital e Maternidade Santa Catarina em São Paulo.
Fui aguardado com expectativa por meu pais e avós pois, tanto pelo lado da mamãe quanto do papai , sou o primeiro neto (menino). Pelo lado do papai tenho uma prima, a Giulia, que é mais velha que eu, pelo lado da mamãe, também tenho uma prima, a Carol, e ela é mais nova que eu.
Logo no começo da gestação, mamãe sentiu algumas cólicas fortes e foi ao hospital para fazer uma checagem. No hospital, ligaram para a GO dela e acreditem ou não, a GO não deu atenção, dizendo ã enfermeira que "tomasse as medidas padrão para o caso". O GO de plantão no hospital foi quem deu toda a atenção para a mamãe, detectando um começo de deslocamento de placenta.
Este médico, colocou mamãe de observação e repouso (mas não absoluto). Pediu para a mamãe procurá-lo em seu consultório caso ela quisesse fazer o pré-natal com ele (tendo em vista a pouca atenção que a GO da mamãe deu).
Encontrar este médico foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, além de dar toda a atenção durante a gestação, é um médico excelente.
Bem, durante a gestação, mamãe foi parar mais algumas vezes no hospital, por conta da ansiedade dela, ou de dores que sentia. Mas, graças a Deus, nunca foi nada demais que um repouso ou um medicamento leve não pudesse resolver.
Mamãe queria muito fazer parto normal, se preparou psicologicamente para isso e absolutamente, não queria contar ao médico o problema que tivera em 2000. Vovó Tí e Tia Rê, viviam cobrando da mamãe que ela dissesse ao médico e levasse os exames para o médico ver, mas ela só enrolava e nada de dizer durante o pré-natal. Quando eu estava por volta da trigésima segunda semana (pouco mais, eu acho), Vovó Ti, resolveu ir junto com mamãe na consulta e então, sem ter como negar, mamãe acabou contando ao médico que em 2000 tivera um diagnóstico de estenose no colo do útero. O doutor disse que tudo bem, que isso não significava que teria que fazer cesárea, que era melhor aguardar um pouco para ver como ficaria a dilatação etc. Mamãe ficou aliviada.
Quando estávamos na trigésima quinta / trigésima sexta semana, o doutor observou que mamãe não estava tendo nenhum sinal de dilatação ou de relaxamento do colo do útero. Aguardariam mais um pouco, mas que mamãe se preparasse pois poderia não ter como fazer normal.
Entramos assim na trigésima oitava semana, a situação a mesma, doutor dizendo que no exame, não havia progressão para o parto. Nesta altura, ele já havia pedido outro ultrassom (mamãe fez uns 6 durante a gestação toda) para ver como eu estava, mandou fazer também a tal cardiotocografia (nossa que susto eu tomei com a bendita buzina).
Como já estávamos quase no fim da gestação, o doutor avisou para a mamãe que talvez fosse mais seguro fazer a cesárea do que correr o risco de ter um parto problemático e ter que ser de emergência.
Mamãe concordou, no momento, ela achou que não importava se não poderia fazer como queria, o parto normal, era mais importante ter um parto seguro e saber que eu estaria em boas mãos e em um execelente hospital.
Ficou meio que marcado o dia 21/04, pois neste dia e no dia seguinte o doutor estaria no hospital de plantão.
Mamãe decidiu fazer a cesária, e às 20:20 eu vim ao mundo pela mão do doutor. Eu tinha uma volta dupla do cordão no pescoço, tinha virado de posição (eu estava deitado de travessado e acabei sentando ao invéz de ficar na posição correta para o parto normal) na última semana, mamãe tinha um cisto aquoso dentro do útero (este já aparecia em outros ultrassons antes mesmo da mamãe engravidar) que foi retirado e após analisado foi verificado que ele era a causa da mamãe ter tanta cólica antes de engravidar.
E, foi assim que, no dia 21 eu pude pela primeira vez ver mamãe, papai, vovó Ti, vovô Ito, Tio Jú, Tia Rê, Tia Lú, a Giu, Tio Marco e vovó Ni.
Tive muitos amigos e parentes que foram me visitar no hospital e na casa da vovó Ti, onde morei meus primeiros 30 dias de vida.
Ah, não pensem que mamãe foi enganada para fazer a cesárea. O doutor só faz mesmo a cesárea se for necessário, de resto, praticamente todas as outras pacientes do doutor que a mamãe conheceu, tiveram parto normal.
Quem sabe se um dia ela engravidar novamente, poderá ser um parto normal? Se não for, tudo bem. Ela sabe que o médico é de confiança.
Ainda hoje, este doutor atende a mamãe como gineco, e, a médica antiga... quem é que quer saber dela??? Não merece crédito...
Até a próxima, um beijo bem grande.

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